• 5 motivos para estudar italiano.

    Quais são os principais motivos para estudar italiano?

    Sem duvidas, o italiano é um dos idiomas mais fascinantes do ocidente. Devido ao seu uso ao longo da história, na literatura e na ciência, tornou-se, mundialmente, uma das línguas de referência. Assim, adquiriu uma importância incontestável no cenário cultural e no imaginário coletivo.

    Tudo que aprendemos sobre o italiano, seja em nossa formação ou com experiências na Itália, é redutor quando comparado as formas que a língua adquiriu por meio de seus grandes poetas e escritores. Mais do que isso, o idioma do Bel Paese possui uma variedade de formas expressivas, de vocábulos e uma estrutura tão elegante que a tornam, a razão, uma língua inegavelmente bela.

    Nesse post, analisaremos quais são os principais motivos para estudar italiano, tendo em conta quanto foi dito. Siga lendo o artigo, em seguida:

    1. Se você é descendente e pretende adquirir a cidadania italiana, você deve conhecer o italiano.

    Apesar de o processo de cidadania não requerer (por enquanto) a proficiência no idioma, quem é descendente e quer reconhecer sua cidadania, precisa aprender italiano. Isso ocorre porque a cidadania não é apenas um documento carimbado. Ela é bem mais, é o compartilhamento dos valores culturais, e a componente fundamental de qualquer cultura é justamente a língua. Por isso, para os descendentes é indispensável o estudo tanto da língua como da cultura italiana.

    1. Motivos para estudar italiano? Simples, é grande língua da literatura universal.

    Com certeza, a língua do Bel Paese é a língua de grandes poetas, romancistas e filósofos. A Divina Comedia de Dante, as obras de Umberto Eco e Maquiavel, assim como as poesias de Leopardi, Petrarca e Boccaccio fazem parte da grande literatura universal. Por isso, o italiano certamente se destaca quando comparado aos demais idiomas, pelas formas sublimes que essa atingiu em suas grandes obras literárias.

    1.  O italiano é uma das línguas mais faladas no mundo

    Com cerca de 80 milhões de falantes nativos, o italiano é uma das línguas mais faladas do mundo. Inclusive, o italiano é a língua oficial do Estado do Vaticano, o menor estado do mundo, e portanto a língua oficial da Igreja Católica. Quem conheçe o italiano, pode estudar um conjunto de saberes e de obras imenso, característica essa que pouquíssimas línguas possuem.

    1. O italiano é parecido com o português

    Claramente, o italiano e o português, por serem línguas de derivação latina, apresentam uma grande semelhança. Por isso, é um dos idiomas mais fáceis de serem aprendidos por brasileiros. Isso quer dizer, que apesar de sua sofisticação, para os lusófonos, aprender italiano é relativamente mais fácil do que a maioria dos outros idiomas.

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    Ci vediamo alla prossima!

  • Os 4 erros de quem quer aprender falar italiano

    Sabe quais são os erros de quem quer aprender italiano? Inegavelmente, aprender italiano, significa aprender um idioma fascinante, que permite uma maior compreensão da literatura universal e o aumento das faculdades comunicativas. No entanto, aprender o italiano sem conhecer as possíveis armadilhas pode trazer algumas complicações.

    Em função disso, no artigo de hoje, enumeramos os quatro principais erros cometidos na aprendizagem do italiano por estudantes da língua de Dante.

    1. Erros de quem quer aprender italiano: primeiro, estudar sozinho.

    Existem essencialmente duas modalidades distintas de aprendizagem do italiano: o estudo autodidático ou o estudo com um professor. Em se tratando de uma língua estrangeira, o estudo do italiano sem o suporte de um profissional pode acarretar sérios deficit comunicativos, por isso, o estudo autodidata é pouco recomendado. Assim, é aconselhável que o estudo do italiano seja sempre feito com o acompanhamento de um profissional qualificado que possa auxilia-lo, inclusive, na hora da comunicação.

    1. Não estudar a cultura italiana.

    Um dos recursos mais interessantes para quem estuda italiano é justamente o estudo da cultura italiana. Em outras palavras, escolher de estudar a cultura do Bel Paese será de grande reforço no estudo da língua em si. Através dessa prática, é possível ampliar o conhecimento do país e contextualizar os conhecimentos anteriormente adquiridos e, por outro lado, tornar a assimilação da língua algo de mais integrado e abrangente.

    1. Não conversar com um nativo.

    A conversa tem uma importância vital no estudo do italiano. Com efeito, a conversação é responsável pela fixação de quanto é estudado. Os estudantes menos propensos a terem conversações com falantes nativos são os que demonstram menor desempenho comunicativo.

    A nível de exemplo, se um estudante estuda muita gramática, porem não pratica a conversação, e efetividade de seu estudo resultará em grande parte prejudicada.

    1. Focar a ação somente na gramática.

    A gramática representa a jornada do estudante de italiano, desde o momento em que ele começa até ser tornar fluente. Contudo, apesar da gramática possuir uma importância crucial, focar a atenção somente nesse aspecto do idioma é um erro terrível.  No caso, para que o estudo da gramática seja eficiente, é necessário complementa-lo com a prática constante e o estudo de outros aspectos do idioma.

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  • Estudar italiano individual ou em grupo?

    Estudar italiano individual ou em grupo? Sem duvidas, uma das perguntas mais comuns de quem pretende começar um curso de idiomas como o italiano é a referente ao ter aula individualmente ou em grupo. Entretanto, apesar de ser parecidas, essas duas modalidades de interação com o professor apresentam características peculiares que as caracterizam. De fato, decidir de fazer um curso individual ou em grupo pode influenciar consideravelmente o rendimento do estudante.

    No decorrer deste artigo, será tratada a questão e os correspondentes prós para cada uma das duas variantes de aula.

    Vejamos primeiros os dois prós em estudar individualmente com o professor:

    1. Estudar italiano individual: as aulas individuais são mais dinâmicas.

    Antes de mais nada, vale a pena explicar que estudar italiano individual nada mais é do que ter aula sozinho/a com o professor. Isso consiste em um conjunto de técnicas que miram à optimização do tempo do estudante, conforme o seu rendimento. Por isso, as aulas individuais são mais dinâmicas, podendo variar bastante em termos de flexibilidade quanto a conteúdos e prática do idioma. Nesse sentido, as aulas individuais são “sobre medida” quando comparadas as aulas em grupo.

    1. Os cursos individuais são mais acelerados

    Indubitavelmente, uma das grandes vantagens em estudar individualmente com o professor é a velocidade com a qual os conteúdos são abordados. Ou seja, nas aulas individuais, os alunos mais estudiosos progridem mais rapidamente, em média, do que em um curso em grupo.

    Com efeito disso, o professor pode utilizar estratégias para a optimização das aulas no intuito de reforçar os pontos fortes do aluno e colmar suas lacunas. Assim sendo, utilizando esse conjunto de técnicas, o aluno evolui e adquire rapidamente uma solida base linguística.

    Agora, vejamos quais os pros em estudar em grupo:

    1. Estudar italiano em grupo: nas aulas em grupo há mais interação.

    Sem sombra de duvidas, estudar em grupo em uma turma engajada, com um professor experiente, ajuda na eficiência do processo de aprendizagem, diminuindo portanto o tempo de assimilação do idioma. Isso ocorre porque há uma maior interação entre professor e a turma, o que leva a uma prática “social” do idioma. Assim, os alunos são estimulados à comunicação recíproca e há um maior envolvimento.

    1. As aulas em grupo motivam

    As aulas em grupo, quando postas em prática, apresentam a característica de formar um conjunto de pessoas que possui o mesmo objetivo: aprender o idioma. Por isso, aprender italiano em grupo pode motivar o aluno e fazer com que se dedique, em prol do avanço dos outros.

    Conclusão

    Estudar individualmente ou em grupo é uma decisão subjetiva. Contudo, as duas opções demostram-se igualmente válidas. O que norteia realmente a escolha do aluno deverá portanto ser o conjunto dos objetivos do aluno, principalmente a rapidez e a sociabilidade, nesse caso.

    Sendo assim, escolha as tuas prioridades e decida, tendo em conta que, em um curso estruturado como o nosso, os resultados serão excelentes em ambos os casos.

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    Un abbraccio e a presto!

  • Estudar a gramática serve?

    Estudar a gramática do italiano significa estudar o conjunto das regras que compõem a variante formal do idioma. O estudo da gramática tem se revelado fundamental na alfabetização primária de todas as sociedades do mundo, mas será que é útil estuda-la na vida adulta para aprender um novo idioma?

     Nesse artigo iremos abordar, justamente,  quando e como, realmente, estudar a gramática do italiano pode melhorar o estudo linguístico em geral.

    Primeiramente, o que é estudar a gramática?

    Estudar a gramática italiana é estudar as regras que estruturam, formalmente, a língua do Bel Paese. Contudo, os linguistas revelaram que o processo de aprendizagem de um idioma não se baseia totalmente no estudo gramatical. Isso deve-se ao fato de que o italiano, como um todo, é muito mais que um conjunto de regras e por isso reduzir o seu estudo ao mero formalismo gramatical seria um grande erro. Há vários aspectos linguísticos que transcendem a gramática e que se baseiam na interação, na análise cultural e no reforço comunicativo.

    Assim, será importante contextualizar o que é estudar uma língua e o que é estudar um idioma.

    Estudar a gramática do italiano é a mesma coisa que estudar o idioma italiano?

    A gramática e a língua são coisas diferente, apesar da relação entre elas. A gramática diz a respeito das regras estabelecidas pela literatura e pelo ato da fala ao longo dos séculos. Já o idioma compreende o imaginário, o léxico e a prática de uma língua.

    Focar na gramática é uma escolha feita por muitas pessoas que optam por estudar línguas estrangeiras, ou para afinar a prática da própria língua de origem. No entanto, estudar a gramática, sozinha, pode não ser suficiente para assimilar um novo idioma como o italiano. Assim, a modalidade de estudo que compreende apenas a análise das regras gramaticais pode não surtir os efeitos desejados.

    As vantagens de estudar a gramática italiana.

    Mesmo assim, o estudo da gramática, como todo tipo de prática, tem suas vantagens e desvantagens. Portanto, para ajudar quem está de novato no estudo do italiano, vamos abordar a principal vantagem em estudar a gramática: a clareza.

    A maior vantagem em estudar a gramática é a clareza. Ela proporciona autonomia ao estudante e faz com que o seu conhecimento da língua se baseie sobre pilares sólidos e coerentes. Assim, mesmo sendo o estudo gramatical insuficiente ao conhecimento pleno de um idioma, ele resulta fundamental.

    Em um outro post discutiremos quais são as demais vantagens e áreas linguísticas que necessitam ser aprimoradas para o conhecimento abrangente do idioma italiano. Portanto, continue seguindo a gente!

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  • As 4 cidades mais lindas da Itália

    Quer conhecer as cidades mais lindas da Italia, mas ainda não sabe quais escolher? Se você é turista e pretende ir na Itália em breve, esse artigo foi escrito para você. Nesse post, iremos analizar justamente os destinos mais interessantes e populares assim como as atrativas maiores para cada cidade mencionada.

    Nesse intuito, serão dadas dicas valiosas para os turistas que pretendem conhecer melhor o Bel Paese mas não sabem por onde começar. Leia a seguir a lista das quatro cidades mais lindas da Itália, e os correspondentes atrativos principais.

    1. As 4 cidades mais lindas da Italia:

      Roma

    Roma, Capital da Itália e antigo centro do Império Romano é sem sombra de dúvidas umas das cidades mais famosas e visitadas do mundo. Para quem pretende conhecer as cidades mais lindas da Itália, passar por ela é essencial.

    O Coliseu, os Foros Romanos e os museus vaticanos são seu maiores atrativos e constituem meta de visita para milhões de turistas todo ano. Além disso, a cidade possui uma ótima infraestrutura de transporte, o que permite visita-la com uma certa facilidade.

    1. Veneza

    Veneza, o abrigo do romantismo por excelência. Conhece-la é quase que uma obrigação para quem pretende visitar e conhecer as cidades mais lindas da Itália. Ela é composta quase completamente por uma parte insular (ou seja, é uma ilha) e por isso a locomoção em Venza não é tão simples. Mesmo assim, para quem gosta de andar, a cidade do romantismo é uma descoberta a cada dia. Pequenas ruas, becos e praças escondidas estão lá, prontas para serem admiradas pelos turistas.

    1. Florença

    Florença, além de ser umas das cidades mais lindas da Italia é também a cidade da arte. Berço da Cultura Renascentista, inúmeros museus estão espalhados em seu território. Aos redores de Florença, inclusive, é possível conhecer o interior da Toscana. Cidades maravilhosas como Siena, Lucca, Pisa, e Cinque Terre estão bem próximas é possível chegar nelas em pouquíssimo tempo.

    1. Nápoles

    Nápoles é uma das maiores cidades europeias. Cheia de arte, nela é possível reconhecer praticamente todos os movimentos artísticos, apresentando uma variedade de elementos arquitetônicos extraordinários. A culinária também é um dos pontos fortes dessa cidade, que é a capital da Pizza e do café. Aqui, pertinho do Vesúvio, há antiga cidade de Pompeia, que é o conjunto arqueológico mais visitado do mundo.

    Além disso, a Prefeitura de Nápoles compreende a notória Costeira Amalfitana. Essa é formada por um conjunto de pequenas cidades que se situam ao longo do Golfo de Sorrento. Aqui poderá admirar panoramas únicos e charmosos.

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  • Quantos dias ficar na Itália?

    Enfim, quantos dias ficar na Itália mesmo? Eis uma pergunta clássica do turista que pretende viajar no país de Michelangelo.

    Planejar uma viajem para o Bel Paese vai muito além do simples ato de comprar uma passagem. De fato, demanda muito planejamento e conhecimento. Porem, com o grande número de informações confusas sobre o assunto na internet, está cada vez mais difícil conseguir entender, por exemplo, quanto tempo ficar na Itália ao longo da viajem. Prezar por um bom gerenciamento desse tempo, aliás, tem se tornado fundamental para evitar desperdiçar dias preciosos.

    No artigo de hoje, irá entender a importância da gestão e do planejamento do tempo na sua viajem rumo a Itália e como fazer isso de forma eficiente para cada perfil de turista. Confira!

    1. A importância da gestão do tempo.

    A gestão do tempo é crucial na elaboração da sua viajem à Itália. O viajante deve utilizar com eficiência os meios de transporte e calcular quanto tempo permanecer em cada cidade. Usar os meios de locomoção não apenas em função dos custos, mas também em função da praticidade para qualquer que seja o destino. Assim, as vezes, em função da logística, será mais útil viajar de trem ou de carro, dependendo da situação.

    Decidir quantos dias ficar na Itália também deve ter em conta o tempo de permanência em cada cidade, considerando que grandes metrópoles como Roma ou Veneza, por exemplo, necessitam de um período de tempo maior para serem “descobertas”.

    1. O tempo depende da viajem.

    Antes de mais nada, para fazer um bom planejamento, é necessário levar em consideração o tipo de viajem. Em outras palavras, para estimar o tempo da viajem é preciso ter consciência da prioridade da viajem. Feito o planejamento do tempo, deve-se, em seguida, colocar em prática aquilo que foi delineado. E essa prática deve incluir, obviamente, todos os objetivos da viajem.

    Mas na prática, quanto tempo ficar na Itália mesmo?

    Como foi dito, a frequência ideal vai depender do tipo de viajem. Assim, tendo como referências as seguintes indicações genéricas é possível determinar um tempo padrão para cada perfil de visitante. Veja a seguir.

    • Quantos dias ficar na Itália? – De 10 a 20 dias para os “turistas puros”.

    A gestão do tempo é uma atividade fundamental para os turistas “puros”. Via de regra, é possível conhecer um número até elevado de cidades e monumentos entre os 10 e os 20 dias. Ou seja, viajem com tempo de duração menores podem trazer um custo benefício menor  e o perigo de não conseguir ver quanto era desejado é grande. Por isso, viagens para Itália, para quem nunca foi no Bel Paese, deveriam ter duração mínima de mais ou menos duas semanas.

    • – Alguns meses para os descendentes.

    Os descendentes não são propriamente “turistas”. Assim, o tempo de permanência deles, sendo em função do processo de reconhecimento da cidadania italiana, é geralmente maior. Infelizmente, esse tempo pode mudar muito de município em município, tornando difícil estimar com precisão o tempo mínimo de permanência, que de qualquer forma é com certeza maior de um mês.

    E você, pretende ir na Itália e aprender italiano?

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  • Estudar italiano é fácil?

    Estudar italiano é fácil? Parece uma pergunta banal, mas, no entanto, a resposta é mais complexa do que parece. Antes de tudo, precisamos observar que a questão da facilidade na aprendizagem pode possuir sim uma componente objetiva e mais ou menos constante. Assim, para responder com precisão à pergunta se o italiano é fácil, se fará necessário articular alguns conceitos.

    Desse modo, ao longo do artigo aprofundaremos a questão e esclareceremos uma vez por todas quando realmente aprender italiano é fácil comparado a outras situações. Leia a seguir.

    1. A dificuldade é relativa.

    Primeiramente, a dificuldade em aprender novos idiomas está intrinsecamente ligada à semelhança das palavras entre a língua de origem a da que se pretende estudar. Assim, para um chinês, por exemplo, aprender italiano pode ser bem mais complicado do que para um brasileiro. Isso ocorre devido ao fato do português ser, como o italiano, um idioma de derivação latina, enquanto o chinês possui uma origem e uma sintaxe diferente. Ou seja, há uma semelhança estrutural entre português e italiano. Por isso, é natural que os lusófonos possuam uma propensão maior ao entendimento da língua. Num certo sentido, então, para um brasileiro, aprender italiano pode ser sim bem mais simples do que outros idiomas.

    1. Quem fala espanhol e francês tem uma vantagem.

    Não é só quem fala português que tende a aprender italiano com mais facilidade; os falantes de línguas próximas como espanhol e francês também conseguem assimilar o italiano com mais naturalidade. De fato, todas as línguas derivadas do latim se parecem bastante. Assim, espanhóis, franceses e todos os falantes dessas línguas ao redor do mundo possuem uma vantagem em relação aos demais.

    1. Quem fala inglês também aprende italiano fácil.

    Além dos idiomas latinos (francês, espanhol, português, romeno…) há uma semelhança também entre inglês e italiano. Isso ocorre porque o léxico inglês é em grande parte de derivação romano-germânica. Assim, na verdade, as duas línguas se parecem bastante. Portanto, quem fala inglês possui uma ligeira facilidade em entender o idioma de Dante. Além disso, na cultura anglo-saxônica há vários termos que foram exportados da Itália pelos emigrantes italianos. Palavras como “espaguette” e “pasta” fazem parte do vocabulário diário de milhões de americanos e ingleses.

    1. Afinal, estudar italiano é fácil? Quando o importante é a motivação.

    A motivação é fundamental para desenvolver qualquer capacidade. Dessa forma, o italiano, como qualquer outro idioma, necessita principalmente do aluno para ser desenvolvido. O entendimento precisa ser continuo e a motivação estar sempre bem alta. Afinal, estudar uma língua não é muito diferente de praticar um esporte: os resultados irão vir com a prática e a constância.

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  • Qual idade para aprender italiano?

    Qual idade para aprender italiano? Sem sombra de dúvida, uma das perguntas mais frequentes de quem estuda a língua do Bel Paese é a relacionada à idade ideal para aprender italiano. Entretanto, essa questão, apesar de ser complexa, possui uma abrangência limitada. De fato, a idade, sozinha, não é determinante para alcançar a proficiência.

    Assim, outros fatores, como o método, a prática e a propensão ao estudo são mais influentes do que a própria idade para aprender italiano. Desse modo, no intuito de desmistificar o assunto “idade ideal”, discutiremos esse tema no decorrer deste artigo.

    Além disso, daremos algumas informações valiosas sobre o que realmente acontece ao longo do envelhecimento e quanto esse fator influência na aprendizagem.

    1. A idade ideal é um mito.

    Antes de mais nada, é necessário que saibam que não existe uma ideal de idade para aprender italiano. Em cada período da vida, o entendimento das coisas varia, mas isso não impede que o estudante desenvolva suas capacidades de assimilação da língua.

    Geralmente, se quiséssemos analizar apenas a idade de um indivíduo, observaríamos que a facilidade em aprender coisas novas, normalmente, aumenta com o aumentar da idade. Depois, volta a diminuir na parte final da vida, uma curva que varia de indivíduo em indivíduo.

    O problema é que essa análise não leva em conta os ciclos de periodicidade, ou seja, o fato de que em algumas épocas aprendemos mais, em outras menos. Isso é independente da pessoa ser velha ou jovem. Ou seja, há uma periodicidade de aumento e diminuição na propensão ao estudo durante nosso tempo de vida.

    Assim, tendo em conta quanto foi dito, podemos concluir que a idade, a partir da maturidade e antes da senilidade, em si, não favorece e nem desfavorece a aprendizagem de novas línguas.

    1. Criança não aprende mais rápido, aprende diferente.

    Inegavelmente, as crianças possuem uma certa facilidade em reproduzir os sons de suas línguas nativas. Isso se deve ao fato de que, anatomicamente, a língua da criança está ainda em fase de desenvolvimento. Assim, alguns músculos linguais se reforçam em detrimento de outros. Essa é a explicação que descreve porque os adultos tem mais dificuldades em reproduzir os sons vocálicos dos idiomas estrangeiros. Organicamente, o aparato fonético do adulto já está desenvolvido e adaptado em emitir os sons específicos da sua língua.

    Contudo, podemos observar que além da capacidade de reprodução vocálica, as crianças não possuem mais facilidade em aprender novos idiomas. Muito pelo contrário, pelo fato do desenvolvimento intelectual da criança ainda estar incompleto, normalmente o adulto tende a aprender mais rapidamente.

    1. Qualquer idade é a idade para aprender italiano.

    Conforme quanto foi dito, é fácil concluir que a questão da idade não é a determinante para o estudo de um novo idioma. O que mais importa é o método e a propensão ao estudo. Assim, o rendimento, caso a pessoa esteja em condições de saúde normal, é garantido para o aluno que tenha motivação para aprender.

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  • Quanto tempo para aprender italiano?

    Então, qual é o tempo para aprender italiano? Em uma realidade como a atual, onde a internet modificou profundamente a maneira de veicular as informações, o ensino de idiomas e a forma como o conhecimento é transmitido sofreu fortes mudanças. Novas formas de aprendizagem surgiram. Mas afinal, quanto isso afeta a nossa capacidade de aprender italiano?

    O tempo de aprendizagem foi mudando conforme as novas tecnologias foram surgindo. Assim, podemos dizer que o processo de assimilação dos idiomas hoje está mais rápido que no passado. Dessa maneira, surgem espontaneamente as perguntas: quanto tempo para aprender italiano? Quanto tempo devo estudar para alcançar um nível bom? Como saber se a quantidade de horas de estudo está correta? Isso é o que será explicado neste artigo. Venha conferir!

    Quanto tempo para aprender italiano?

    Primeiramente, a quantidade de horas não é a única variável que influência o nível de conhecimento. A qualidade também é crucial. Nesse sentido, o número total de horas pode variar muito conforme o estudo for mais ou menos bem feito. Assim, tendo em conta uma qualidade média boa, é possível determinar uma quantidade de horas gerais para níveis de proficiência. Basicamente:

    De 3 a 4 meses para alcançar um nível básico (ideal para os turistas).

    Os turistas que pretendem ir à Itália, normalmente conseguem aprender o básico em, no máximo, 4 meses. Podendo esse tempo diminuir muito, inclusive chegando até à metade. Assim, caso você seja um turista, saiba que é possível assimilar o básico e todas informações úteis à viagem em questão de semanas.

    Caso você, pelo contrário, pretenda aprofundar mais o idioma de Dante, dificilmente irá, em tão pouco tempo, alcançar um nível mais avançado. Isso se deve ao fato de que, para as estruturas linguísticas serem assimiladas, é necessário de um nível de tempo mínimo, que normalmente é superior aos 4 meses.

    5 a 7 meses para um nível intermediário.

    O tempo mínimo para aprender italiano em um nível médio, ou seja, ter uma conversa não muito complexa com um nativo, é de 5 a 7 meses, normalmente. Isso implica um nível de entendimento da língua básico e o saber reconhecer boa parte daquilo que está sendo dito ao longo da comunicação.

    Nesse nível, o estudante já possui um domínio técnico de vários registros linguísticos, o que resulta também em uma maior segurança na hora de falar, por exemplo. Mesmo assim, é ainda necessário um aprofundamento para que a proficiência seja alcançada.

    Acima de 7 meses para o nível avançado.

    Acima de 7 meses, o aluno já consegue se expressar na maioria das situações, consegue responder com tranquilidade à maioria das perguntas e está no caminho certo para alcançar a proficiência. Desse modo, a gramática está consolidada e os requisitos mínimos, para, por exemplo, pedir, escrever, responder corretamente em italiano estão satisfeitos.

    A partir dos setes meses, portanto, o caminho para a fluência se torna bem mais perto do aluno.

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    Un buon italiano a tutti!

  • Estudar italiano online ou presencial?

    De modo geral, estudar italiano online quer dizer “ter aulas a distância com um professor”. Esse tipo de estudo é caracterizado pela possibilidade de acesso à informação, ou seja, o aluno pode se conectar com o professor em praticamente qualquer lugar aonde haja internet. Algo que apenas poucos anos atrás teria sido impossível!

    Nesse novo cenário, surgiram muitos preconceitos que rodeiam, até hoje, o ensino de idiomas a distância. Mas será que esses julgamentos possuem fundamento? Nesse post iremos justamente analizar as vantagens dessa modalidade de estudo e também os mitos que a assombram.

    Mas antes de tudo, é importante distinguir entre ter aulas ao vivo e estudar em um curso online pre-gravado. Nesse momento, abordaremos apenas o primeiro caso, no qual ocorre a interação verdadeira entre aluno e professor, por meio de um aplicativo de video chamada como o Skype, por exemplo.

     

    Assim, seguem-se as principais vantagens e os mitos acerca do estudo online (e ao vivo) de idiomas. Vejamos primeiro os prós.

    1. Quem estuda online pode acessar à lição em qualquer lugar.

    Esse é a grande vantagem de estudar italiano online, sobretudo para quem mora longe dos grandes centros urbanos e encontra-se impossibilitado em ter aula presencial com algum professor.

    Mesmo no interior mais profundo, se houver internet, é possível ter acesso ao ensino a distância, solucionando aquele gap, que ocorria até poucos anos atrás, entre a qualidade de ensino nos centros urbanos e na periferia.

    1. Não é necessário deslocar-se

    Uma outra vantagem é a desnecessidade de locomover-se até a sala de aula, dispensando, portanto, gastos em transporte e o poupando o tempo ligado à locomoção até o local da sala de aula. Dessa forma, as aulas online, pelo menos quanto à logística, são mais práticas do que as presenciais.

    1. Não precisará comprar materiais

    Normalmente, em um curso online não há a necessidade de comprar livros e outros tipos de materiais. Dependendo do curso, esses serão digitais e fornecidos pelo professor ou pela instituição. È verdade que algumas vezes esses materiais são pagos, mas não é a regra.

    Agora vejamos os mitos que encobrem o ensino a distância:

    1. Estudar italiano online não funciona. Será que é verdade?

    Esse é o preconceito mais comum. Na verdade, não há nenhuma pesquisa que comprove que estudar online renda menos do que presencialmente. Pelo contrário, alguns cursos online, por serem um pouco mais pragmáticos, podem até render mais dos presenciais. Contudo, via de regra, não há diferenças significativas entre as duas modalidade de estudo. O diferencial, nesse caso, é o curso em si.

    1. Estudar online não é a mesma coisa do que fisicamente.

    Outro mito é que que estudar online seria menos divertido ou de que a interação seria menos empática que presencialmente. Depois de muita experiência com aulas online, podemos afirmar categoricamente que isso não é verdade. A empatia com o aluno é criada exclusivamente pelo professor, e o ensino a distancia pode ser (e muitas vezes é) até mais divertido do que o presencial. Assim, a qualidade da comunicação independe do meio ser virtual ou real.

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