• Quantos dias ficar na Itália?

    Enfim, quantos dias ficar na Itália mesmo? Eis uma pergunta clássica do turista que pretende viajar no país de Michelangelo.

    Planejar uma viajem para o Bel Paese vai muito além do simples ato de comprar uma passagem. De fato, demanda muito planejamento e conhecimento. Porem, com o grande número de informações confusas sobre o assunto na internet, está cada vez mais difícil conseguir entender, por exemplo, quanto tempo ficar na Itália ao longo da viajem. Prezar por um bom gerenciamento desse tempo, aliás, tem se tornado fundamental para evitar desperdiçar dias preciosos.

    No artigo de hoje, irá entender a importância da gestão e do planejamento do tempo na sua viajem rumo a Itália e como fazer isso de forma eficiente para cada perfil de turista. Confira!

    1. A importância da gestão do tempo.

    A gestão do tempo é crucial na elaboração da sua viajem à Itália. O viajante deve utilizar com eficiência os meios de transporte e calcular quanto tempo permanecer em cada cidade. Usar os meios de locomoção não apenas em função dos custos, mas também em função da praticidade para qualquer que seja o destino. Assim, as vezes, em função da logística, será mais útil viajar de trem ou de carro, dependendo da situação.

    Decidir quantos dias ficar na Itália também deve ter em conta o tempo de permanência em cada cidade, considerando que grandes metrópoles como Roma ou Veneza, por exemplo, necessitam de um período de tempo maior para serem “descobertas”.

    1. O tempo depende da viajem.

    Antes de mais nada, para fazer um bom planejamento, é necessário levar em consideração o tipo de viajem. Em outras palavras, para estimar o tempo da viajem é preciso ter consciência da prioridade da viajem. Feito o planejamento do tempo, deve-se, em seguida, colocar em prática aquilo que foi delineado. E essa prática deve incluir, obviamente, todos os objetivos da viajem.

    Mas na prática, quanto tempo ficar na Itália mesmo?

    Como foi dito, a frequência ideal vai depender do tipo de viajem. Assim, tendo como referências as seguintes indicações genéricas é possível determinar um tempo padrão para cada perfil de visitante. Veja a seguir.

    • Quantos dias ficar na Itália? – De 10 a 20 dias para os “turistas puros”.

    A gestão do tempo é uma atividade fundamental para os turistas “puros”. Via de regra, é possível conhecer um número até elevado de cidades e monumentos entre os 10 e os 20 dias. Ou seja, viajem com tempo de duração menores podem trazer um custo benefício menor  e o perigo de não conseguir ver quanto era desejado é grande. Por isso, viagens para Itália, para quem nunca foi no Bel Paese, deveriam ter duração mínima de mais ou menos duas semanas.

    • – Alguns meses para os descendentes.

    Os descendentes não são propriamente “turistas”. Assim, o tempo de permanência deles, sendo em função do processo de reconhecimento da cidadania italiana, é geralmente maior. Infelizmente, esse tempo pode mudar muito de município em município, tornando difícil estimar com precisão o tempo mínimo de permanência, que de qualquer forma é com certeza maior de um mês.

    E você, pretende ir na Itália e aprender italiano?

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  • Estudar italiano é fácil?

    Estudar italiano é fácil? Parece uma pergunta banal, mas, no entanto, a resposta é mais complexa do que parece. Antes de tudo, precisamos observar que a questão da facilidade na aprendizagem pode possuir sim uma componente objetiva e mais ou menos constante. Assim, para responder com precisão à pergunta se o italiano é fácil, se fará necessário articular alguns conceitos.

    Desse modo, ao longo do artigo aprofundaremos a questão e esclareceremos uma vez por todas quando realmente aprender italiano é fácil comparado a outras situações. Leia a seguir.

    1. A dificuldade é relativa.

    Primeiramente, a dificuldade em aprender novos idiomas está intrinsecamente ligada à semelhança das palavras entre a língua de origem a da que se pretende estudar. Assim, para um chinês, por exemplo, aprender italiano pode ser bem mais complicado do que para um brasileiro. Isso ocorre devido ao fato do português ser, como o italiano, um idioma de derivação latina, enquanto o chinês possui uma origem e uma sintaxe diferente. Ou seja, há uma semelhança estrutural entre português e italiano. Por isso, é natural que os lusófonos possuam uma propensão maior ao entendimento da língua. Num certo sentido, então, para um brasileiro, aprender italiano pode ser sim bem mais simples do que outros idiomas.

    1. Quem fala espanhol e francês tem uma vantagem.

    Não é só quem fala português que tende a aprender italiano com mais facilidade; os falantes de línguas próximas como espanhol e francês também conseguem assimilar o italiano com mais naturalidade. De fato, todas as línguas derivadas do latim se parecem bastante. Assim, espanhóis, franceses e todos os falantes dessas línguas ao redor do mundo possuem uma vantagem em relação aos demais.

    1. Quem fala inglês também aprende italiano fácil.

    Além dos idiomas latinos (francês, espanhol, português, romeno…) há uma semelhança também entre inglês e italiano. Isso ocorre porque o léxico inglês é em grande parte de derivação romano-germânica. Assim, na verdade, as duas línguas se parecem bastante. Portanto, quem fala inglês possui uma ligeira facilidade em entender o idioma de Dante. Além disso, na cultura anglo-saxônica há vários termos que foram exportados da Itália pelos emigrantes italianos. Palavras como “espaguette” e “pasta” fazem parte do vocabulário diário de milhões de americanos e ingleses.

    1. Afinal, estudar italiano é fácil? Quando o importante é a motivação.

    A motivação é fundamental para desenvolver qualquer capacidade. Dessa forma, o italiano, como qualquer outro idioma, necessita principalmente do aluno para ser desenvolvido. O entendimento precisa ser continuo e a motivação estar sempre bem alta. Afinal, estudar uma língua não é muito diferente de praticar um esporte: os resultados irão vir com a prática e a constância.

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  • Qual idade para aprender italiano?

    Qual idade para aprender italiano? Sem sombra de dúvida, uma das perguntas mais frequentes de quem estuda a língua do Bel Paese é a relacionada à idade ideal para aprender italiano. Entretanto, essa questão, apesar de ser complexa, possui uma abrangência limitada. De fato, a idade, sozinha, não é determinante para alcançar a proficiência.

    Assim, outros fatores, como o método, a prática e a propensão ao estudo são mais influentes do que a própria idade para aprender italiano. Desse modo, no intuito de desmistificar o assunto “idade ideal”, discutiremos esse tema no decorrer deste artigo.

    Além disso, daremos algumas informações valiosas sobre o que realmente acontece ao longo do envelhecimento e quanto esse fator influência na aprendizagem.

    1. A idade ideal é um mito.

    Antes de mais nada, é necessário que saibam que não existe uma ideal de idade para aprender italiano. Em cada período da vida, o entendimento das coisas varia, mas isso não impede que o estudante desenvolva suas capacidades de assimilação da língua.

    Geralmente, se quiséssemos analizar apenas a idade de um indivíduo, observaríamos que a facilidade em aprender coisas novas, normalmente, aumenta com o aumentar da idade. Depois, volta a diminuir na parte final da vida, uma curva que varia de indivíduo em indivíduo.

    O problema é que essa análise não leva em conta os ciclos de periodicidade, ou seja, o fato de que em algumas épocas aprendemos mais, em outras menos. Isso é independente da pessoa ser velha ou jovem. Ou seja, há uma periodicidade de aumento e diminuição na propensão ao estudo durante nosso tempo de vida.

    Assim, tendo em conta quanto foi dito, podemos concluir que a idade, a partir da maturidade e antes da senilidade, em si, não favorece e nem desfavorece a aprendizagem de novas línguas.

    1. Criança não aprende mais rápido, aprende diferente.

    Inegavelmente, as crianças possuem uma certa facilidade em reproduzir os sons de suas línguas nativas. Isso se deve ao fato de que, anatomicamente, a língua da criança está ainda em fase de desenvolvimento. Assim, alguns músculos linguais se reforçam em detrimento de outros. Essa é a explicação que descreve porque os adultos tem mais dificuldades em reproduzir os sons vocálicos dos idiomas estrangeiros. Organicamente, o aparato fonético do adulto já está desenvolvido e adaptado em emitir os sons específicos da sua língua.

    Contudo, podemos observar que além da capacidade de reprodução vocálica, as crianças não possuem mais facilidade em aprender novos idiomas. Muito pelo contrário, pelo fato do desenvolvimento intelectual da criança ainda estar incompleto, normalmente o adulto tende a aprender mais rapidamente.

    1. Qualquer idade é a idade para aprender italiano.

    Conforme quanto foi dito, é fácil concluir que a questão da idade não é a determinante para o estudo de um novo idioma. O que mais importa é o método e a propensão ao estudo. Assim, o rendimento, caso a pessoa esteja em condições de saúde normal, é garantido para o aluno que tenha motivação para aprender.

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  • Quanto tempo para aprender italiano?

    Então, qual é o tempo para aprender italiano? Em uma realidade como a atual, onde a internet modificou profundamente a maneira de veicular as informações, o ensino de idiomas e a forma como o conhecimento é transmitido sofreu fortes mudanças. Novas formas de aprendizagem surgiram. Mas afinal, quanto isso afeta a nossa capacidade de aprender italiano?

    O tempo de aprendizagem foi mudando conforme as novas tecnologias foram surgindo. Assim, podemos dizer que o processo de assimilação dos idiomas hoje está mais rápido que no passado. Dessa maneira, surgem espontaneamente as perguntas: quanto tempo para aprender italiano? Quanto tempo devo estudar para alcançar um nível bom? Como saber se a quantidade de horas de estudo está correta? Isso é o que será explicado neste artigo. Venha conferir!

    Quanto tempo para aprender italiano?

    Primeiramente, a quantidade de horas não é a única variável que influência o nível de conhecimento. A qualidade também é crucial. Nesse sentido, o número total de horas pode variar muito conforme o estudo for mais ou menos bem feito. Assim, tendo em conta uma qualidade média boa, é possível determinar uma quantidade de horas gerais para níveis de proficiência. Basicamente:

    De 3 a 4 meses para alcançar um nível básico (ideal para os turistas).

    Os turistas que pretendem ir à Itália, normalmente conseguem aprender o básico em, no máximo, 4 meses. Podendo esse tempo diminuir muito, inclusive chegando até à metade. Assim, caso você seja um turista, saiba que é possível assimilar o básico e todas informações úteis à viagem em questão de semanas.

    Caso você, pelo contrário, pretenda aprofundar mais o idioma de Dante, dificilmente irá, em tão pouco tempo, alcançar um nível mais avançado. Isso se deve ao fato de que, para as estruturas linguísticas serem assimiladas, é necessário de um nível de tempo mínimo, que normalmente é superior aos 4 meses.

    5 a 7 meses para um nível intermediário.

    O tempo mínimo para aprender italiano em um nível médio, ou seja, ter uma conversa não muito complexa com um nativo, é de 5 a 7 meses, normalmente. Isso implica um nível de entendimento da língua básico e o saber reconhecer boa parte daquilo que está sendo dito ao longo da comunicação.

    Nesse nível, o estudante já possui um domínio técnico de vários registros linguísticos, o que resulta também em uma maior segurança na hora de falar, por exemplo. Mesmo assim, é ainda necessário um aprofundamento para que a proficiência seja alcançada.

    Acima de 7 meses para o nível avançado.

    Acima de 7 meses, o aluno já consegue se expressar na maioria das situações, consegue responder com tranquilidade à maioria das perguntas e está no caminho certo para alcançar a proficiência. Desse modo, a gramática está consolidada e os requisitos mínimos, para, por exemplo, pedir, escrever, responder corretamente em italiano estão satisfeitos.

    A partir dos setes meses, portanto, o caminho para a fluência se torna bem mais perto do aluno.

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    Un buon italiano a tutti!

  • Estudar italiano online ou presencial?

    De modo geral, estudar italiano online quer dizer “ter aulas a distância com um professor”. Esse tipo de estudo é caracterizado pela possibilidade de acesso à informação, ou seja, o aluno pode se conectar com o professor em praticamente qualquer lugar aonde haja internet. Algo que apenas poucos anos atrás teria sido impossível!

    Nesse novo cenário, surgiram muitos preconceitos que rodeiam, até hoje, o ensino de idiomas a distância. Mas será que esses julgamentos possuem fundamento? Nesse post iremos justamente analizar as vantagens dessa modalidade de estudo e também os mitos que a assombram.

    Mas antes de tudo, é importante distinguir entre ter aulas ao vivo e estudar em um curso online pre-gravado. Nesse momento, abordaremos apenas o primeiro caso, no qual ocorre a interação verdadeira entre aluno e professor, por meio de um aplicativo de video chamada como o Skype, por exemplo.

     

    Assim, seguem-se as principais vantagens e os mitos acerca do estudo online (e ao vivo) de idiomas. Vejamos primeiro os prós.

    1. Quem estuda online pode acessar à lição em qualquer lugar.

    Esse é a grande vantagem de estudar italiano online, sobretudo para quem mora longe dos grandes centros urbanos e encontra-se impossibilitado em ter aula presencial com algum professor.

    Mesmo no interior mais profundo, se houver internet, é possível ter acesso ao ensino a distância, solucionando aquele gap, que ocorria até poucos anos atrás, entre a qualidade de ensino nos centros urbanos e na periferia.

    1. Não é necessário deslocar-se

    Uma outra vantagem é a desnecessidade de locomover-se até a sala de aula, dispensando, portanto, gastos em transporte e o poupando o tempo ligado à locomoção até o local da sala de aula. Dessa forma, as aulas online, pelo menos quanto à logística, são mais práticas do que as presenciais.

    1. Não precisará comprar materiais

    Normalmente, em um curso online não há a necessidade de comprar livros e outros tipos de materiais. Dependendo do curso, esses serão digitais e fornecidos pelo professor ou pela instituição. È verdade que algumas vezes esses materiais são pagos, mas não é a regra.

    Agora vejamos os mitos que encobrem o ensino a distância:

    1. Estudar italiano online não funciona. Será que é verdade?

    Esse é o preconceito mais comum. Na verdade, não há nenhuma pesquisa que comprove que estudar online renda menos do que presencialmente. Pelo contrário, alguns cursos online, por serem um pouco mais pragmáticos, podem até render mais dos presenciais. Contudo, via de regra, não há diferenças significativas entre as duas modalidade de estudo. O diferencial, nesse caso, é o curso em si.

    1. Estudar online não é a mesma coisa do que fisicamente.

    Outro mito é que que estudar online seria menos divertido ou de que a interação seria menos empática que presencialmente. Depois de muita experiência com aulas online, podemos afirmar categoricamente que isso não é verdade. A empatia com o aluno é criada exclusivamente pelo professor, e o ensino a distancia pode ser (e muitas vezes é) até mais divertido do que o presencial. Assim, a qualidade da comunicação independe do meio ser virtual ou real.

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